segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Amordaçar a Cultura - a cópia é má portanto a partilha é má.

O projecto Flavitu mostra-se preocupado com o caminho de acessos e semente da cultura e pelo ideal tanto da comunidade Europeia como do estado português que concorda em aprovar leis que não só visam dificultar o acesso à cultura e conhecimento livre como também visam fazer dos cidadãos em geral verdadeiros escravos para contribuições monetárias a empresas quando deveria fazer o contrário representar os cidadãos e os seus interesses. Al leis que têm sido apresentadas pelo PS no passado e agora pelo PSD/CDS são provávelmente um erro. Nós estamos certos disso.

Porquanto nós Flavitu fazemos nossas as vozes que se têm levantado contra a aprovação da Lei da Cópia Privada e outras que no passado estiveram em discussão e aquelas que virão a seguir. Por tudo isso, pelo já visto no passado aqui e em outros países que aprovam os mesmos rumos e aquilo que no futuro virá fazemos o nosso apelo escrito.


As únicas funções destas e outras leis são : a de amordaçar o cidadão, usá-lo, acabar com os autores e contribuir para que os interesses que em volta deles se movem se auto-destruam , sem proteger minimamente os mesmos autores que os sustentam.

Uma lei que considera qualquer cidadão culpado do acto de copiar porque compra ou usa um dispositivo capaz de reproduzir conteúdo digital e armazenar esse conteúdo, mesmo que a pessoa compre para gravar um conteúdo com licença GPL (por exemplo uma cópia de sistema GNU/Linux) ou Creative Commons é obrigado a pagar um imposto, assim como o paga se somente albergar no dispositivo conteúdos de sua autoria (videos, documentação). Torna-se algo que nos parece um abuso.

A cópia é a génese da criação, é uma imitação aplicada a um conteúdo, objecto ...  o aluno aprende imitando, o bébé aprende imitando ... copiar conteúdos é partilhar para poder replicar e imitar  , Por isso mesmo as licenças Copyright são altamente lesivas do interesse comum e do desenvolvimento, também de uma nação.

A Europa e Portugal estão a promulgar directivas que só têm em vista um lado interessado  - o daqueles que se movem à volta dos artistas ou daqueles que produzem conteúdos com licenças Copyright. Esses interesses têm dois nomes - Indústrias de "suporte" produtoras , discográficas ... , Indústria de Marketing. Nem por um momento defendem nenhum autor e portanto quem escolhe Copyright escolhe mal.

É nosso dever , fixar aqui também a nossa opinião sobre como a cultura, que é também o conjunto de produtos que os autores das obras produzem, deve ser sustentada é um pilar essêncial da boa cidadania e de bons cidadãos , e tal qual o estado oferece acesso à saúde, à educação e descreve esse direito como um direito fundamental a cultura deve (a nosso ver) ser parte desse leque , é dizer o estado deve por todos os meios oferecer o acesso à cultura e não (a nosso ver) contribuír com normas que não só aplicam os custos de acesso excessivamente , como defendem Empresas em vez de cidadãos numa questão que nos parece ser básica a todos.

A nosso ver o Estado Português e a Europa  deixam-se controlar e oferecem os seus cidadãos aos proveitos de Empresas e interesses de uns poucos, mais ainda violando a sua liberdade em alguns aspectos com estes e outros métodos (a exemplo http://www.indect-project.eu/ ) no caso Portugal é o mesmo estado que está a promover parcerias com a Mccrosoft como o programa Activar-Portugal que virá em nossa opinião a lesar definitivamente a capacidade do país tomar controlo do seu desenvolvimento no ramo TI e seus derivados, a ciência , a cultura o ensino e o que se ensina exige autonomia e partilha e não mordaças, se essas alternativas não existem a questão nem se coloca mas se existem e no caso TI Digital existem e  chamam-se Software Livre e GNU/Linux então o estado deve promover a força que estes têm como motor , tecnológico, social e económico - partilhar e fomentar o acesso.



Nós sugerimos a aplicação das licenças GPL e Creative Commons, são as únicas que protegem realmente o conjunto que é delas participe - autores , consumidores e cidadãos em conjunto, portanto para sociedades sãs exige-se licenças sãs.

Por muito boa intenção que o Estado Português tenha,  ao promulgar sucessivas leís e métodos de controlo, apelamos pela nossa parte que haja real defesa do interesse dos cidadãos que querem e têm contribuido para que Portugal seja um país livre, há demasiadas formas de controlar a liberdade e de a perder,  a liberdade é um bem que precisa sempre de bons líderes que a guardem e bem liderem aqueles que precisam que representem a sua mesma liberdade e ao invés são sempre os que infelizmente pagam.


Por tudo acima descrito apresentamos algumas ideias que têm sido dadas para uma melhor e justa retribuição a autores dentro do acesso universal à cultura que deve haver :
1- O estado oferecer o acesso à cultura.
(conjugado com)
2- http://pt.wikipedia.org/wiki/Freemium serviços de conteúdos com acesso livre,  recurso à mesma obra com e sem contribuição onde o autor seja directamente retribuido.

Existem outras ideias e soluções ao problema colocado com cópias e licenças, alguns projectos ligados aos jogos de computador são disso exemplo,  mas todas elas têm um problema - tendem a acabar com grande parte dos intermediários (empresas de Marketing e Indústria de Suporte)

Sugere-se:
Aos autores ou que pensem em sê-lo a fazerem a sua gestão de carreira , ou procurar serviços de suporte justos.
Usarem licenças Livres - (GPL - software) , Creative Commons (conteúdo).

A ideia de que o êxito do autor e do artista depende do suporte que tenha pode ser errada , há autores que se adaptam à nova realidade, desde a música até à produção audiovisual
- O grupo Xera usa licença Creative Commons : http://xera.eu/
- Produtoras que oferecem os seus serviços com opção de licenças abertas.
- Artistas que vendem directamente os seus serviços via WEB.

Colaborar com o Copyright será sempre colaborar para o sustento dos mesmos que exigem pagamentos abusivos, amordaçam a cultura e conseguem levar os poderes decisórios a institucionalizar a sua sobrevivência...


Todos os cidadãos que se revejam na ideia de uma cultura com acesso livre , não devem contribuir para que a Indústria que tenta, ou consegue, controlar o acesso à cultura tenha visibilidade e capacidade de criar artistas onde os não há e submeter bons artistas ao controlo de Indústrias que os escravizam, assim por exemplo activamente  nós cidadãos ao partilharmos um vídeo no facebook ou twitter de um artista coberto por uma associação que se elenca com o Copyright estamos a promocionar e a partilhar um artista que colabora no cobro  abusivo aos seus concidadãos (com taxas ou impostos deste tipo) pela obra que lhes oferece e cada cidadão que a partilha promociona e não recebe nada.
A mesma Indústria que suporta estes artistas faz uso de ferramentas abusivas como o uso de redes socias como o facebook para obter ganhos - possibilidades de vendas , públicos e colocar artistas ou "fomentar necessidades de consumo ". Cada partilha sobre uma obra protegida CR que compramos não é mais do que colaborar com os artistas e com este esquema de cultura para elites. Muitos dos artistas musicais e de filmes não seriam conhecidos ou não teriam tanto público se não fosse a facilidade de cópia e transmissão, partilha.

Assim divulgamos a petição criada pela Ansol para quem achar que está de acordo com o que nela se defende e se explica a assine:







Divulgamos ainda a posição da Ensino Livre :



Também defendemos que toda a forma de ataque às P2P constitui um ataque à partilha apelamos por isso que a cultura possa ser partilhada sempre e quando a licença o permita expressamente , as P2P têm sido tomadas como uma ferramenta má quando são usadas para muitos serviços que nada têm que ver com "pirataria".

Que acções tomamos?
No Flavitu  - deixamos o Facebook e outros serviços nos quais todos os dias vemos e contribuimos até hoje e no passado partilhando conteúdos CR de artistas (sem público não há artistas) , mas como essa partilha interessa ninguém pede nenhuma "lei da cópia privada", no final estamos a partilhar algo quando nenhum dos que nos cobram nas obras nos dá a nossa parte pela partilha e divulgação, a julgar pelas leis Europeias deviam pagar-nos por colaborarmos com quem é autor Copyright.
Portanto hoje foi o último dia que passamos pelo Facebook , Twitter e outros.

Por último deixamos informação relevante não encontrando conteúdos vídeo em português deixamos os vídeos de David Bravo, Javier de La Cueva, o Documentário Copiad Malditos! , e o E-Book Creative Commons - Free Culture, de Lawrence Lessig :












A escolha é dos cidadãos e de quem os representa , escolha Licenças Livres ou colabore com a cultura enlatada e neste caso com a Indústria Copyright !

O acima descrito  é  uma contribuição que visa construir apelando a que todos saibam o que realmente está em causa.

sábado, 12 de Julho de 2014

Entrada ao mundo GNU/Linux.

Em algumas mensagens que recebemos perguntam-nos muito como fazer para instalar uma distribuição GNU/Linux livre e onde obter Softwares.

Deixamos aqui alguns conselhos, pedimos que os leiam, pois recebemos , muitos e-mails destas características.

1- Se vai comprar uma máquina não pode esperar que todos os Drivers funcionem, existem Drivers privados que levam tempo a ser adaptados aos módulos de Kernel GNU/Linux, por um simples motivo - os fabricantes não divulgam os códigos de programação dos Drivers e de ponte ao sistema, por isso chamamos-lhe Blobs.

É uma má prática empresarial.


Existem, no entanto, empresas que vendem computadores com GNU/Linux de fábrica por exemplo a https://system76.com/desktops/model/leox4 ; a http://zareason.com/shop/Desktops/ ou a Espanhola http://www.mountain.es/

Na Eurocidade não há empresas deste tipo, aquelas que vos deixamos possivelmente façam exportação ao estrangeiro mas o produto final fica um pouco mais encarecido, no entanto vão poupar dinheiro, tempo e horas de actualizações e desinfecção de malwares ao comprarem um computador com GNU/Linux.

Já agora:
uma boa referência para sabermos que máquinas rodam GNU/Linux é - http://h-node.org/


2- Existem distros que são totalmente livres ou seja estão de acordo às directivas FSF, por exemplo o gNewSense, o Dragora são distribuições totalmente livres que estão apenas aptas a lidar com módulos totalmente limpos não se admirem se no Dragora o cursor do rato não se mover porque tem de ser adaptado, outras há que aderem aos lançamentos os chamados pacotes não-livres, por exemplo o - firmware-non-free da Debian cobre um grande número de módulos cujo código ainda é fechado mas mesmo assim conseguiu-se por métodos de "descobrimento" adaptar o uso de determinado interface hardware a um Kernel, é um trabalho tedioso o que temos de fazer. Um exemplo dessas Distribuições - que facilitam enormemente o uso final é o Ubuntu, o Manjaro e mesmo algumas derivadas do grande Slackware.
O nosso Flavitu é uma dessas distros que já tem aderidos extras que permitem facilitar e adaptar o Kernel a um maior número de máquinas.

Decide instalar GNU/Linux

O que vai fazer é descarregar alguma distribuição.

Após o qual , vai queimá-la num DVD ou numa Pen-Drive com programas como o Unetbootin.

Feito isso apenas e só terá de reiniciar a sua máquina alvo e de acordo com as definições da BIOS, pedir o arranque através do elemento alvo - DVD ou PEN.

Lembre-se de efectuar uma cópia de dados  importantes antes de formatar qualquer máquina e de manter sempre uma ou suas cópias externas de dados sensíveis em suportes físicos externos a qualquer máquina.




Os vídeos acima são indicativos , podem encontrar muitos mais na Internet, é extremamente fácil executar estes métodos.


Feito o boot , duas coisas muito importantes que devem verificar: 
-se há imagem, da distribuição se existe e o sistema entra no Ambiente de trabalho é uma boa notícia, significa que temos um X adaptado e funcional ; 
-se têm conexão de Internet - pedido de acesso , caso haja é óptimo significa que o módulo de internet já está identificado e funcional.

Caso não tenham imagem, ou posterior não identificação de algum módulo, Internet, cartões SD etc , devem procurar ajuda em algum fórum Linux, a comunidade Ubuntu é a maior e a que representa maior hipótese de solucionar problemas.

Muitas vezes a resolução de problemas como os X é fácil bastando dar alguns parâmetros de Kernel - no boot pressionando "e", já em alguns casos de problemas com drivers de Módulos Internet pode ser mais difícil obter uma resolução especialmente se a máquina for muito recente.

Veja na imagem um exemplo de comunicação de parâmetros ao Kernel caso adaptativo 

Depois também à alguns truques que só vamos entender e apreender depois de já estarmos do lado de cá, por exemplo em certos equipamentos conseguimos instalar os Drivers gráficos em outros não e usamos os Livres, por vezes um módulo gráfico de uma ATI funciona numa distribuição e na seguinte não, temos de apreender a viver com isso.

Lembre-se verifique sempre dois passos simples - tenho imagem ? , tenho internet?.

Se verificam que tudo está normal e funcional, aconselhamos vivamente a que instalem GNU/Linux porque é um sistema muito flexível, funcional e de baixa manutenção, com a vantagem de têr softwares disponiveis melhores em qualidade e com muita mais oferta que os sistemas privados excluíndo dois ramos - alguns jogos não funcionam em Linux, algumas suítes Adobe de criação artística não funcionam tudo o resto são vantagens.
Também vão observar que poupam muito dinheiro , tempo e que retiram muito mais rendimento das máquinas,  um exemplo claro - em alguns equipamentos até na gestão de dados recebidos se notam grandes diferenças, acelerando os famosos downloads simplesmente pelo tipo de escrita em disco, velocidade e tempos de uso do espaço físico, testes feitos entre Linux e outros sistemas demonstram uma muito melhor preformance da máquina Linux. Imaginem então como não é bom podermos deixar uma máquina ligada semanas ou meses sem uma única paragem de escrita, encher disco físico e têr a mesma fluidez em sistema.

Onde encontro Softwares?

Não vai precisar de procurar muito , no GNU/Linux existem distribuições com pacotes Binários que estão alocados na Internet e dirigidos por reposiorios apontados á sua distribuição e temos da parte do usuário um programa chamado Synaptic - gestor de pacotes basta abrir e escrever lá o nome de um programa que ele descarrega , instala e pronto é só usar, para além disso temos pacotes externos - como o jDownloader e outros que aderimos se quisermos via repositórios, por exemplo se eu quiser aderir o jDownloader a um Ubuntu o que faço é simplesmente abrir um terminal e 

sudo apt-add-repository ppa:jd-team/jdownloader
sudo apt-get update
sudo apt-get install jdownloader

Muito fácil mas, e onde está este pacote na internet ?



Como vê, depreende-se que qualquer um pode criar um pacote , alojá-lo e em qualquer parte da WEB e epalah-se pelo mundo para outros usarem, fácil e efectivo.

As distribuiçoes Binárias , têm esta vantagem com dois clicks temos tudo compilado e instalado, mantendo a hipótese de usar aplicações com o uso de códigos raíz, os source code em linguagem pura, é isso às vezes econtramos ferramentas que chamamos Scripts que são tão básicas que não estão em pacotes mas qualquer um as pode empacotar!

Hoje em dia existem milhões de aplicações, existe muito mas muito mais software para GNU/Linux do que para Windows por exemplo, o grande problema é ele ser tanto, com tantos nomes, que conhecê-lo todo é impossivel.

Com o Sofware Livre nós hoje podemos, criar documentos, editar vídeos, jogar jogos, elaborar parâmetros e planos de projectos ciêntificos, fazer investigação médica, dos Oceanos da Terra e Espaço...
Podemos têr um computador pessoal que ao mesmo tempo é de uso profissional...

Um dado objectivo não há Universidade de qualidade que não tenha um núcleo GNU/Linux, se forem escolher uma Universidade para estudar procurem a ver se existe ou não um grupo GNU/Linux , se houver acreditem é uma boa medida de atestar qualidade.

Mesmo assim tenho dúvidas ?

Isso é normal, estamos curiosos mas não sabemos se abrimos ou não a porta não é!

Vamos colocar aqui algumas distribuições e tipos de escritório para lhe facilitar o método de escolha e  adequar a sua máquina àquilo que há em oferta.

Para um usuário novo aconselha-se o uso de Ubuntu , o Ubuntu cobre todas as "arquitecturas"  máquinas pela oferta de derivações de escritório, Lubuntu, Xubuntu,Kubuntu, GNOME Ubuntu e ainda algumas derivações com gestores básicos como o Openbox - Lubit Linux ou GoBangOS.


Se tem uma máquina com 512 RAM - opte por Lubuntu.

Se tem uma máquina com 1GB RAM- opte por Xubuntu ou Lubuntu.

Se tem uma máquina com 2GB RAM- opte por Ubuntu, Xubuntu, Lubuntu, ou GNOME Ubuntu.

Se tem uma máquina com 4GB RAM- opte por Ubuntu, Xubuntu, Lubuntu, GNOME Ubuntu, ou Kubuntu.

Se a sua máquina não alcança 512 MB RAM- opte por Lubit Linux ou GoBangOS.

A última opção Flavitu Linux é baseada no Lubuntu portanto é uma distribuição do tipo rama - leve.

Como viu o Lubuntu apareceu logo e o Kubuntu só apareceu para máquinas com 4GB RAM, o ambiente KDE é o mais completo e provávelmente o mais bonito de vêr mas pede muito rendimento gráfico e altos níveis de processamento, já o Lubuntu é muito mais modesto, ou seja cada caso é um caso diferente e em função do corpo da máquina temos várias hipóteses, até podemos instalar um Kubuntu em máquinas com 2GB RAM mas se o processador não fôr de duplo núcleo pelo menos o computador ou não arranca ou mesmo em duplo núcleo será lento, porque é um ambiente composto que exige alto rendimento.

E onde nos reunimos para obter suporte?


Em fóruns na Internet, ter uma conexão à Internet é imperativo para todo o usuário novo.

Após algum tempo mais que desconhecidos somos uma família aqui o Flavitu nasceu precisamente da troca de ideias em fóruns Linux internacionais, por isso hoje já há pessoas amantes do Linux que sabem que a Eurocidade tem uma derivação própria e um projecto dentro do mundo software Livre que foi criado por amantes do software livre, desde a Rússia ao Brasil lá vamos nós pela boca do mundo, conquistando novos espaços, conhecimentos e sobretudo fazendo muitos amigos imagine conhecer um médico que desenvolve a sua profissão e programa o seu próprio software para a actividade ortopédica e como ele conta que teve de fazer o tal programa porque o software privado simplesmente não fazia o que ele precisava  realmente  - ser Linuxeiro é algo muito especial.

Se és da família prepara-te para ser muito feliz com a tua máquina e muito acarinhado.

Importante.

A grande maioria do conteúdo sobre e para GNU/Linux está descrito em Inglês , porque é a língua padrão mundialmente aceite.




Em Portugal existiram no passado mais projectos GNU/Linux - remasterizações , do  que hoje em dia existem, mantendo-se o projecto Caixa Mágica como o mais significativo da comunidade Portuguesa, por seu lado o Flavitu é um projecto pequeno que vai também ajudando na divulgação GNU/Linux aqui na Eurocidade enquanto no resto do País  já não há muitos mais espalhados e a divulgar GNU/Linux.

Podem querer visitar a comunidade Ubuntu Portuguesa 


Lembre-se que se voçê não nos der o seu apoio será sempre dificíl chegarmos a quem mais precisa lembre-se de quem não tem dinheiro para pagar licenças, lembre-se de quem não tem computador e poderia ter um reciclado a pouco preço ou mesmo sem ele, lembre-se dos voluntários que fazem crescer esta comunidade e lembre-se de sí próprio fazemos software a pensar em sí e não a pensar no próprio software ou nas nossas regalias.
Lembre-se de nos divulgar.

E se estiverem interessados podem marcar sessões de esclarecimento e partilhas  em grupo com quem desenvolve o Flavitu para vos dar a conhecer o mundo GNU/Linux.

Desenvolvem o Flavitu Miguel Angel e João Filipe, obrigado a todos.